on Terça-feira, Setembro 29, 2009

on Quarta-feira, Setembro 23, 2009

Acho que este ano não vou votar "útil".

on Quarta-feira, Setembro 23, 2009
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on Quarta-feira, Setembro 16, 2009

"Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE
É uma golpada com muita classe, ....

Era uma vez um senhor chamado Jorge
Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja,
Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente
ninguém conhece e,
dos que conhecem, poucos devem saber
para o que serve.

Mas o que sabemos é que o senhor
Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que
os aumentos da electricidade ainda fossem maiores.


Ora, quando alguém se demite do seu emprego,
fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregador,
quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.

Porém, com o senhor Vasconcelos não
foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos,
até encontrar um novo emprego.

Aqui, quem me ouve ou lê pergunta,
ligeiramente confuso ou perplexo:
«Mas você não disse que o senhor
Vasconcelos se despediu?».

E eu respondo: «Pois disse. Ele
demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!».

E você volta a questionar-me: «Então,
porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos?


Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e
fica a receber seja o que for?».

Se fizermos esta pergunta ao
ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime
aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela
própria ERSE».


E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da
ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor
público em tudo o que não resultar desses estatutos».

Ou seja: sempre que os estatutos da
ERSE foram mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor
público não se aplica.

Dizendo ainda melhor: o senhor
Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus
amigos do conselho de administração,apesar de terem
o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema
ainda mais vantajoso para si
próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando
resolverem demitir-se dos seuscargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos
nossos excelsos governantes.

Trata-se, obviamente, de um
escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de
portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de
desemprego miseráveis.


Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo
desavergonhado abocanhar do erário público.





Mas, voltemos à nossa história.

O senhor Vasconcelos recebia 18 mil
euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo.
18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja,
mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e
ajudas de custo.

Aqui, uma pergunta se impõe:





Afinal, o que é - e para
que serve - a ERSE?


A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as
disposições legislativas para o sector energético.

E pergunta você, que não é burro:
«Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a
polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber
uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de
conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto
do prestador de
serviço.

Ou seja, a ERSE não serve para nada.
Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores.


Aliás, antes da questão dos aumentos da
electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE?


Até quando o povo português, cumprindo o seu papel
de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga?


E tão descarado gozo?
Politicas à parte estou
em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total
indignação."

on Quinta-feira, Agosto 27, 2009

É normal fazer-se esta pergunta às crianças.
O problema é por vezes a resposta que se dá.
A essa resposta eu costumava responder coisas como "piloto aviador" ou outras profissões com nome igualmente sonante...

Está mal!!!!

Devia era ter respondido: "Quero ser rico, podre de rico!!!"

on Segunda-feira, Agosto 24, 2009
on Sexta-feira, Agosto 14, 2009

Quando o sentirmos já será tarde....




on Segunda-feira, Julho 20, 2009